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quinta-feira, 27 de outubro de 2011
EU SOU GAÚCHO
No mês de setembro, trabalhei com os alunos da Turma 5A sobre o Hino Rio-grandense e algumas músicas tradicionalistas - ouvimos e cantamos-, que retratam o nosso Rio Grande (Querência Amada; Eu sou do Sul; Céu, Sol, Sul...).
Os desenhos acima dos alunos ilustraram "o que é ser gaúcho".
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Chapéus.
Antes da chegada do branco, o índio não usava qualquer tipo de cobertura. Quando muito, prendia os cabelos com fita de couro ou de fibra vegetal que os castelhanos chamam de vincha. De resto, a farta cabeleira protegia a cabeça do sol e da chuva.
Os portugueses trouxeram dois tipos de chapéu: o de feltro, de copa alta, e o de palha, comumente chamado de "abeiro". O chapéu de feltro era caro, usado normalmente por homens de posse. O de palha (de arroz, de trigo ou de milho) era do homem comum e da gurizada das estâncias. Militares, magistrados e pessoas importantes usavam até a primeira metade do século 19 o chapéu bicórnio estilo napoleônico, conforme descrição dos cronistas do passado e de pinturas de Jean-Baptiste Debret, substituído depois pelo chapéu tricórnio.
Após a guerra do Paraguai, a copa do chapéu de feltro vai se achatar e a aba do chapéu ficará mais larga, tomando as formas que o chapéu campeiro gauchesco ostenta até hoje, invariavelmente preso por um barbicacho que passava por baixo do queixo ou abaixo do lábio inferior. O barbicacho surgiu pela necessidade de fixar o chapéu á cabeça durante o ato de cavalgar, sobretudo nas galopadas. O chapéu do tropeiro sempre foi característico: para não juntar água em caso de chuva, a copa era e ainda é amassada em forma de pirâmide. O gaúcho da fronteira gosta de usar o chapéu de feltro com abas mais ou menos retas, como o chapéu português do campino ribatejano. Já o gaúcho serrano tradicionalmente usava o chapéu desabado na frente e atrás. Depois do advento do cinema e do caubói, o gaúcho serrano passou a levantar as abas do chapéu dos dois lados.
O chapéu de palha, que tem entre nós a própria idade do Rio Grande do Sul, ainda é o chapéu por excelência do guri gaúcho. Com a chegada dos colonos alemães e italianos, o chapéu de palha se popularizou ainda mais, mas sofre de preconceito por parte dos tradicionalistas, que tendem a identificá-lo com o chapéu do caipira paulista.
Mas o chapéu mais tipicamente gauchesco, o mais original, era o "chapéu pança de burro", cortado circularmente da barriga de um muar e amoldado, ainda fresco, na cabeça de um palanque. Com o uso, perdia o pêlo e tomava uma cor esbranquiçada, conforme aparece em quadros de Debret.
TURMA 44
BRENDA E CAROLINE
Antes da chegada do branco, o índio não usava qualquer tipo de cobertura. Quando muito, prendia os cabelos com fita de couro ou de fibra vegetal que os castelhanos chamam de vincha. De resto, a farta cabeleira protegia a cabeça do sol e da chuva.
Os portugueses trouxeram dois tipos de chapéu: o de feltro, de copa alta, e o de palha, comumente chamado de "abeiro". O chapéu de feltro era caro, usado normalmente por homens de posse. O de palha (de arroz, de trigo ou de milho) era do homem comum e da gurizada das estâncias. Militares, magistrados e pessoas importantes usavam até a primeira metade do século 19 o chapéu bicórnio estilo napoleônico, conforme descrição dos cronistas do passado e de pinturas de Jean-Baptiste Debret, substituído depois pelo chapéu tricórnio.
Após a guerra do Paraguai, a copa do chapéu de feltro vai se achatar e a aba do chapéu ficará mais larga, tomando as formas que o chapéu campeiro gauchesco ostenta até hoje, invariavelmente preso por um barbicacho que passava por baixo do queixo ou abaixo do lábio inferior. O barbicacho surgiu pela necessidade de fixar o chapéu á cabeça durante o ato de cavalgar, sobretudo nas galopadas. O chapéu do tropeiro sempre foi característico: para não juntar água em caso de chuva, a copa era e ainda é amassada em forma de pirâmide. O gaúcho da fronteira gosta de usar o chapéu de feltro com abas mais ou menos retas, como o chapéu português do campino ribatejano. Já o gaúcho serrano tradicionalmente usava o chapéu desabado na frente e atrás. Depois do advento do cinema e do caubói, o gaúcho serrano passou a levantar as abas do chapéu dos dois lados.
O chapéu de palha, que tem entre nós a própria idade do Rio Grande do Sul, ainda é o chapéu por excelência do guri gaúcho. Com a chegada dos colonos alemães e italianos, o chapéu de palha se popularizou ainda mais, mas sofre de preconceito por parte dos tradicionalistas, que tendem a identificá-lo com o chapéu do caipira paulista.
Mas o chapéu mais tipicamente gauchesco, o mais original, era o "chapéu pança de burro", cortado circularmente da barriga de um muar e amoldado, ainda fresco, na cabeça de um palanque. Com o uso, perdia o pêlo e tomava uma cor esbranquiçada, conforme aparece em quadros de Debret.
TURMA 44
BRENDA E CAROLINE
Meu trabalho e sobre a prenda ela uso vestido longo, saia de armação, flor no cabelo, o cabelo pode estar solto ou amarrado a maquiagem é de acordo com a idade e depende da ocasião.
O meu comentário e sobre o gaúcho campeiro a roupa que ele usa é bombacha larga, cinturão na cintura, lenço vermelho e ele usa chapéu.
Turma: 44
Carolina e Matheus
O meu comentário e sobre o gaúcho campeiro a roupa que ele usa é bombacha larga, cinturão na cintura, lenço vermelho e ele usa chapéu.
Turma: 44
Carolina e Matheus
O meu trabalho foi sobre a erva mate. A erva mate é cultivada no Mato Grosso do Sul. É com ela que os gaúchos fazem um belo chimarrão, que fazem uma roda e tomam um gostoso chimarrão.A erva mate é um produto que é plantado, colhida , e transportada para os comercios, e vendida pelo preço mais caro. A erva mate é um ótimo chá para por no chimarrão,o chimarrão fica gostoso.
TURMA 44
EDUARDA
TURMA 44
EDUARDA
As ervas
As ervas medicinais são boas para os problemas e para as dores de bariga, além disto podem ser colocadas no chimarrão, bebida típica do gaúcho.
A erva medicinal mais usada pelos gaúchos é a marcela famosa por combater dores de barriga, enjôos,etc.
É claro que além desta temos muitas outras com uma variedade enorme de utilidades.
Nome;Deivid ; Lucas
t;44
sala;11
As ervas medicinais são boas para os problemas e para as dores de bariga, além disto podem ser colocadas no chimarrão, bebida típica do gaúcho.
A erva medicinal mais usada pelos gaúchos é a marcela famosa por combater dores de barriga, enjôos,etc.
É claro que além desta temos muitas outras com uma variedade enorme de utilidades.
Nome;Deivid ; Lucas
t;44
sala;11
Botas
As botas tipicas do gaúcho,são muito mais diferentes do que as botas normais,algumas botas
são de cano longo,outras de cano curto.
Tem algumas botas que são cheios de furos para entrar um ar ,e outras são sem o bico
para não machucar os dedos do gaúcho,alguns gaúchos de valores altos,usam a bota chilena
que alem de ser confortável,também é a mais usada pelos os gaúchos.
Tem também a bota cheia de furos, uma das botas menos usadas pelos gaúchos do
Rio Grande do Sul,umas das botas que os gaúchos gostam menos de usar,por que a bota
principalmente ela é cheia de furos.
As vezes eles preferem usar a bota que tem o cano longo, ou que tem o bico curto ou longo.
Nome: Ariane Rafaela
Turma:44
As botas tipicas do gaúcho,são muito mais diferentes do que as botas normais,algumas botas
são de cano longo,outras de cano curto.
Tem algumas botas que são cheios de furos para entrar um ar ,e outras são sem o bico
para não machucar os dedos do gaúcho,alguns gaúchos de valores altos,usam a bota chilena
que alem de ser confortável,também é a mais usada pelos os gaúchos.
Tem também a bota cheia de furos, uma das botas menos usadas pelos gaúchos do
Rio Grande do Sul,umas das botas que os gaúchos gostam menos de usar,por que a bota
principalmente ela é cheia de furos.
As vezes eles preferem usar a bota que tem o cano longo, ou que tem o bico curto ou longo.
Nome: Ariane Rafaela
Turma:44
Aves e Animais Tipicos do Rio Grande Do Sul
Comentários...
QUERO-QUERO: O quero-quero alimenta-se de animais da terra(minhoca),Tem o bico comprido é o que ajuda a sugar Água o quero-quero é uma ave muito rara
no Rio grande do sul. ele bebe água doce , quando o quero-quero fêmea bota ovos ele coloca em um lugar protegido para seus filhotes ,depois que os filhotes nascem o quero-quero caça minhocas esmaga bem em sua boca e depois da na boca dos seus filhotes.
FOCA:é o animal típico do Rio grande do sul,e vive da alimentação de animais aquáticos exemplo(peixes)costuma brincar com bolinhas.
E também é muito brincalhona com as pessoas que visitam ela no circo.
Nome:João vitor
turma:44
09/11/09
Professoras: Eliana e Rosemaire
QUERO-QUERO: O quero-quero alimenta-se de animais da terra(minhoca),Tem o bico comprido é o que ajuda a sugar Água o quero-quero é uma ave muito rara
no Rio grande do sul. ele bebe água doce , quando o quero-quero fêmea bota ovos ele coloca em um lugar protegido para seus filhotes ,depois que os filhotes nascem o quero-quero caça minhocas esmaga bem em sua boca e depois da na boca dos seus filhotes.
FOCA:é o animal típico do Rio grande do sul,e vive da alimentação de animais aquáticos exemplo(peixes)costuma brincar com bolinhas.
E também é muito brincalhona com as pessoas que visitam ela no circo.
Nome:João vitor
turma:44
09/11/09
Professoras: Eliana e Rosemaire
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
o gaucho
O gaúcho
Gaúcho é uma denominação dada as pessoas ligadas a atividade da pecuária em regiões de ocorrência de campos naturais do vale do Rio da Prata, entre os quais o bioma denominado pampa. Seu modo de vida pastoril teriam forjado uma cultura própria derivada do amálgama da cultura ibérica e indígena adaptada a outra cultura nas propriedades denominadas de estâncias.
Gaúcho é uma denominação dada as pessoas ligadas a atividade da pecuária em regiões de ocorrência de campos naturais do vale do Rio da Prata, entre os quais o bioma denominado pampa. Seu modo de vida pastoril teriam forjado uma cultura própria derivada do amálgama da cultura ibérica e indígena adaptada a outra cultura nas propriedades denominadas de estâncias.
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