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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

EU SOU GAÚCHO



No mês de setembro, trabalhei com os alunos da Turma 5A sobre o Hino Rio-grandense e algumas músicas tradicionalistas - ouvimos e cantamos-, que retratam o nosso Rio Grande (Querência Amada; Eu sou do Sul; Céu, Sol, Sul...).
Os desenhos acima dos alunos ilustraram "o que é ser gaúcho".


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

PROJETO FOLCLORE - Turma 5A


           No mês de agosto iniciei com a turma 5A as atividades sobre o Folclore Brasileiro, destacando a Região Sul.
             Após diálogo sobre as lendas conhecidas pelos alunos e a região brasileira de origem de cada uma, a turma assistiu no Laboratório de Informática Educativa da Escola Pio XII o vídeo acima sobre a Lenda do Negrinho do Pastoreio. Emocionaram-se com a história e comentaram sobre a maldade que as pessoas cometem.
             Organizados em duplas e/ou trios os alunos digitaram uma redação, no editor de texto, contando a história assistida no vídeo. prosseguindo o trabalho, ilustraram no Kolourpaint a lenda.
                  Na sala de aula trabalhamos com origami, utilizando papel gessado colorido confeccionando os principais personagens das lendas estudadas - fotos abaixo - e depois os alunos escreveram um livrinho com poesias sobre o personagem do origami que colaram na capa do mesmo.









Negrinho do pastoreio

     Começou com o Negrinho do pastoreio andando no seu cavalo baio e seu dono fez uma aposta com outros estancieiros para uma corrida de cavalo.
     O Negrinho perdeu e seu dono ficou muito bravo e amarrou-o num tronco de árvore, dando várias chibatadas com o relho e prendeu-o para cuidar dos cavalos por 30 dias.        
   O  filho do estancieiro soltou os cavalos e o estancieiro levou o Negrinho novamente  e deu chibatadas até que ele parasse de chorar, tantas chibatadas que ele “morreu”.
      Enquanto lhe dava chibatadas, o filho do estancieiro ria e o Negrinho pensava em Nossa Senhora que ele dizia ser sua madrinha, e o estancieiro foi no formigueiro ver o que restava do corpo do Negrinho.                                       
    Depois de três dias e lá estava ele vivo de pé e com sua madrinha Nossa Senhora e o estancieiro tomou um susto ele se ajoelhou e tanta grandeza de Nossa Senhora e até hoje dizem ter visto uma tropilha de cavalos baios e a tropilha era os cavalos que o Negrinho  cuidava.
         Até hoje quando se perde alguma coisa se acende uma vela para ele ajudar a achar as coisas.
Nomes: Alisson e Matheus


Negrinho do pastoreiro
      O Negrinho não tinha família então acreditava ser afilhado de virgem.
      Negrinho trabalhava numa fazenda onde seu patrão era muito mau e seu filho também.
      Seu patrão fez uma aposta, mas acabou perdendo e ficou mais bravo ainda e deu muitas chicoteadas. O negrinho pensou na sua madrinha.                                                             
     O patrão o deixou no campo cuidando dos cavalos. Então um dos cavalos se soltou e os outros também e negrinho chorou.
      Quando o seu patrão soube bateu no Negrinho de novo e o negrinho ficou cuidando dos cavalos, mas seu filho soltou os cavalos.
      O estancieiro bateu no Negrinho que desmaiou e levou o Negrinho ate o formigueiro.
      Depois de dias ele foi lá para ver o que restava do Negrinho, mas teve uma surpresa viu o negrinho de pé e sua madrinha do seu lado.
      Quando alguém perde alguma coisa e só acender uma vela que o Negrinho devolve.
Nome: Emily


NeGrinho do pastoreio
        O Negrinho do pastoreio gostava muito do cavalo baio. 
        O patrão dele apostou uma corrida com o seu vizinho, mas perdeu. Então o patrão do Negrinho deu várias chicoteadas no negrinho e botou ele no formigueiro.
       Depois de três dias o patrão dele foi lá ver o que sobrava dele e viu o negrinho e a madrinha Nossa Senhora e se arrependeu.
Nomes: William e Wesley


Negrinho do pastoreio
      Era uma vez um menino escravo, o seu patrão era muito mau, o menino era uma criança, todos lhe chamavam de Negrinho. Quando ele fazia algo errado levava chicotada.
     Até que um dia o seu patrão mandou cuidar dos cavalos e eles fugiram. O menino não viu foi falar para seu patrão que os cavalos haviam sumido e levou muitas chicotadas.
   E no dia seguinte os cavalos voltaram para lá e o Negrinho fechou seus olhos lembrando da imagem da Madrinha Nossa Senhora.
     O estancieiro chamou seus amigos para fazer uma aposta de corrida de cavalos. O Negrinho estava no cavalo do patrão que perdeu a corrida. Nesse dia o estancieiro bateu muito nele e largou ele num formigueiro.
      No dia seguinte o patrão foi até o formigueiro e o Negrinho estava em pé em cima do formigueiro no lado da Madrinha Nossa Senhora.
      O seu patrão ajoelhou-se e pediu perdão para a Nossa Senhora e o Negrinho foi com a sua Madrinha.          
Nomes: VALÉRIA e MILENA


O NEGRINHO DO PASTOREIRO
   Era uma vez um menino que cuidava de cavalos e o nome dele era Negrinho.
   Havia um homem que era muito ruim que era o estancieiro e ele tinha um filho que era ruim igual ao pai.
   O Negrinho acreditava que a Nossa Senhora era madrinha dele.
   Outro dia o estancieiro fez uma aposta com os amigos dele, mas quando o estancieiro viu o cavalo tinha dado meia volta e correu para outro lado.
   Depois disso, o Negrinho apanhou porque tinha perdido a aposta. O estancieiro deixou ele de castigo por trinta dias.
         Veio à noite e começou a chover, mas ele pensou na Nossa Senhora e conseguiu dormir.                         
         Os cavalos fugiram porque o filho do estancieiro assustou os cavalos.
         O Negrinho chorou porque tinha perdido o pastoreio e então ficou no formigueiro, e quando o estancieiro foi ver ele estava no lado da Nossa Senhora.                   
         E o estancieiro tirou o chapéu e chorou.
         Moral da história: que nunca se deve ser mal com os outros.
                                 
NOME: Érica e Vitória         
PROFESSORA: Anira


                      Negrinho do pastoreio
  O Negrinho era um menino muito esperto e sabia cuidar dos animais.
  O filho do dono da fazenda aprendeu a ser malvado como o pai.
  O Negrinho tinha uma madrinha que ele acreditava muito, era a Nossa Senhora. O dono dele perdeu uma aposta de cavalos e bateu muito no Negrinho.
   O Negrinho apanhou muito mesmo. O filho do dono da fazenda maltratava o Negrinho e o estancieiro colocou ele para ficar cuidando dos cavalos. O menino ficou embaixo de uma árvore e dormiu. O Negrinho  perdeu os cavalos e ficou apavorado.                                                                                                                                                                  
somido ele foi pecura o cavalo e ande ele ia,                     ele m                         Ele sempre acreditou na Nossa Senhora e estava preocupado com os cavalos. Acendeu uma vela e pediu para a madrinha ajudá-lo a encontrar os animais. A vela se multiplicou e com a claridade apareceram os animais.
, uma luz, ele encontrou o cavalo e não chorou porque ele sabia                       Quando amanheceu ele foi ver o Negrinho estava com todos os cavalos. Ele ficou apavorado quando viu a Nossa Senhora e tirou o chapéu, ficou abaixado e não sabia o que ira falar então ele só ficou quieto. Bom, ele nunca mais bateu no NEGRINHO DO PASTOREIO e  o Negrinho ficou muito feliz.
                      Autora: DÉBORA       Profª: Anira Campos
                    
                    
                                      O  Negrinho  do   pastoreiro
        


        O Negrinho trabalhava na fazenda do estancieiro que era  muito  ruim.

        Um dia, o vizinho do estancieiro tinha feito uma aposta de qual cavalo era mais veloz.  O nome do cavalo  era  Baio.

        O cavalo do estancieiro perdeu e o estancieiro colocou a culpa no Negrinho. Ele batia com um chicote no Negrinho. Depois ele mandou o menino colocar o Baio a comer grama.
        Quando o Negrinho dormiu vieram dois cachorros e foram lá e morderam a corda que prendia os cavalos, e veio o filho do estancieiro e espantaram os cavalos.
        E o filho do estancieiro contou pro pai dele. O estancieiro amarrou o Negrinho e bateu nele até sangrar.
       Depois  mandou  o  Negrinho  procurar  os  cavalos  e  na  rua  tinha  muita  neblina o Negrinho pegou  uma  vela  e  caia  uns  pingos  no  chão  e  iluminada, ele  saiu  da fazenda orando  para  sua  madrinha  Nossa  Senhora  para  encontrar os cavalos.
Nome: Karolina Pimentel  de  Souza


O NEGRINHO DO PASTOREIO
   O Negrinho morava em uma Estância. Ele cuidava dos animais que tinham lá veados, cavalos e etc..
   Tinha um dono que era muito ruim e o filho que puxou ao pai (que era muito ruim).
   Um dia ele apostou por dinheiro. Eles estavam lado a lado quando o cavalo deu uma meia volta e saiu e o dono do Negrinho amarrou ele em um formigueiro e depois ele tinha que cuidar dos cavalos e daí veio o filho do dono do Negrinho e soltou os cavalos que se sentiram soltos  e o Negrinho os perdeu.
   Depois o Negrinho foi procurar e os achou e colocou-os perto da árvore onde ele estava. O filho do estancieiro soltou o cavalo baio e o Negrinho acordou e chorou e depois chorou o dono dele colocou no galpão e o Negrinho apanhou mais uma vez e pensou que ia morrer mais ele rezou para Nossa Senhora e ficou vivo.
    Quando o estancieiro foi ver o Negrinho estava de pé ao lado da Nossa Senhora e começou a chorar.
    Diz a lenda que se você acender uma vela e pedir para ele achar alguma coisa que você perdeu e ele acha.
Nome: Gustavo Kun

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

EXPOSIÇÃO DINOSSAUROS DA PATAGÔNIA



   Na disciplina de Ciências Humanas do 5º Ano estudamos sobre a Pré-história do Rio Grande do Sul.
   Levando em consideração o grande interesse dos alunos pelo assunto não poderia perder a chance de levá-los à exposição “Os Dinossauros da Patagônia”, que ocorreu no BarraShoppingSul, em Porto Alegre, no período de 27 de julho a 28 de agosto do corrente ano.
   Meus alunos da turma 5A, juntamente com a turma 5D da professora Rosemaire visitaram a exposição das dez réplicas de fósseis originais de espécies encontradas na região localizada ao sul da Argentina. É uma mostra itinerante que a Multiplan traz ao Brasil.
   
   Informações retiradas do site do Shopping:
   “Ressaltamos que as réplicas não só correspondem a sua dimensão e forma original, mas também à cor, porque está relacionada aos sedimentos e minerais, que substituiu a parte orgânica dos ossos até transformá-los em fósseis com cores características desses minerais”, esclarece Claudio Nathan, responsável pela empesa MK Group, que traz a mostra à Capital gaúcha. 
A Patagônia, por sua característica de ventos e formações sedimentares, permite encontrar fósseis quase 80% completos, o que é muito raro. E há muito a ser feito ainda: "Estima-se que somente foram localizados 10% do que se imagina existir na região", afirma Nathan.
"Paleontólogos da Argentina virão especialmente para montar o quebra-cabeças de 1,2 mil peças de ossos. Os dinossauros demoram cerca de cinco dias para ficar prontos. É uma mostra  bem interessante, pois une entretenimento e história com teor educativo", explica a gerente de marketing do BarraShoppingSul, Tânia Nascimento. Por exemplo, o Giganotosaurus carolini, o maior dinossauro da América do Sul, é a peça mais impressionante, com cerca de 14 metros de comprimento. A espécie – carnívora, predadora e com crânio de 1m80cm de largura – é considerada o similar sul-americano do temido Tiranossauro rex, só que ainda maior.
Os fósseis originais estão em exibição no Museu Egidio Feruglio em Trelew, a Patagônia Argentina, a cerca de 1500 km de Buenos Aires. 
A exposição inédita no Brasil desembarcou no RibeirãoShopping em janeiro, e depois passou pelo MorumbiShopping. BH Shopping, ParkShopping e ParkShopping Barigui também vão receber os dinossauros.

GIGANOTOSAURUS CAROLINII

* Gigantesco dinossauro carnívoro, o maior da América do Sul e ainda maior que o Tyrannosaurus Rex.
* Características: bípede de gigantescas dimensões. O seu peso calcula-se numas 9 toneladas. Os seus ossos são mais robustos que os de Tyrannosaurus, o qual indica que era mais pesado. O seu crânio mede 1,80m de comprimento, uns 55cm maior que o Tyrannosaurus. Os seus dentes eram serrados em ambos os lados. Como outros dinossauros carnívoros, substituía-os continuamente, convertendo-se num eficiente predador.
* Dieta: predador.
* Antiguidade: Cretáceo Médio, 100 milhões de anos.
* Significado do nome: o nome genérico significa "dinossauro gigante do sul" e o nome da espécie foi-lhe concedido em honra do seu descobridor R. Carolinii.  

ABELISAURUS COMAHUENSIS
* Provavelmente se distribuíam pela Gondwana, são comparados aos tiranossauros do hemisfério norte.
* Antiguidade: Cretáceo Superior, 65 milhões de anos.
* Descobridor: Roberto Abel (argentino).
* Ano do descobrimento: 1985.

Se por acaso me enganei quanto aos nomes dos dinossauros nas fotos, por favor me avisem.
Participantes do passeio: aguardo os comentários de vocês!!!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

ESPANHÓIS


No Brasil, antigamente a maioria da da população eram de portugueses. A Espanha deixou várias influências como: nas danças, na indumentária folclórica Gaúcha, que lembra o flamenco, em roupas e etc.
Ainda teve grande imigração até hoje.
Os primeiros espanhóis chegaram ao Brasil na década de 1880.
Habitavam o Rio Grande do Sul.
A maior parte dos Espanhóis são pessoas educadas segundo a religião católica e os valores familiares são muito importantes.
Turma: 5D

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

JAPONESES


A imigração japonesa para o Rio Grande do Sul difere daquela que ocorreu no resto do país em um aspecto essencial, a decisão de permanecer no país. As primeiras levas de imigrantes japoneses que vieram para o Brasil a partir de 1998 tinham a intenção de fazer um 'pé de meia' para depois voltarem para o Japão.
Além disso, esses imigrantes mais ressentes contaram com um apoio muito importante o próprio governo do Japão procurou orientar e apoiar a emigração fazendo com que os japoneses tivessem condições de se estabelecer satisfatoriamente no Brasil.
Turma:5A

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

SER GAÚCHO


Ser gaúcho não é apenas ter nascido, ou viver no Rio Grande do Sul, seja na cidade ou no campo.
É muito mais do que isto, para ser gaúcho é necessário trazer no peito um amor e orgulho por ter nascido nesta terra, a mesma de Sepé Tiarajú.
É saber cantar o hino em toda e qualquer ocasião cívica, esportiva junto com o hino nacional.
Turma: 5D

O GAÚCHO


Gaúcho é uma denominação dada as pessoas ligadas a atividade da pecuária em regiões de ocorrência de campos naturais do vale do Rio da Prata, entre os quais o bioma denominado pampa.
Seu modo de vida pastoril teriam forjado uma cultura própria derivada do amálgama da cultura ibérica e indígena adaptada a outra cultura nas propriedades denominadas de estâncias.
Turma: 5A

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

ALEMÃES


A primeira colonização maciça, após a tentativa feita com os açorianos, ainda no século XVIII, aconteceria, no Rio Grande do Sul, a partir de 1824, quando começaram a chegar os colonos alemães. Nos primeiros cinquenta anos de imigração foram introduzidos entre 20 e 28 mil alemães no Rio Grande, a quase totalidade deles destinados à colonização agrícola.
Essa primeira grande colonização alteraria a ocupação de espaços, levando gente para áreas até então desprezadas. Introduziria também outras grandes modificações. Até então, a classe média brasileira era insignificante, e se concentrava nas cidades. Os colonos alemães iriam formar uma classe de pequenos proprietários e artesãos livres, em uma sociedade dividida entre senhores e escravos.
Turma: 5D

NEGROS


Os negros entraram na história do Rio Grande do Sul desde seu início. Mas o fizeram como personagens secundários, pouco lembrados, pouco citados - não obstante sua atuação tenha sido, provavelmente, decisiva para a própria formação do estado.
Manoel Antônio de Magalhães, defende que deva ser proibida a exportação de escravos do Brasil para as colônias espanholas, pois os escravos são de importância para o RS.
Quando a bandeira de Raposo Tavares explorou os vales dos rios Taquari e Jacuí, no final de 1635, existiam escravos negros entre seus membros. Também em 1680, na fundação da Colônia de Sacramento, a expedição comandada por Manoel Lobo trazia escravos negros. Eram 200 militares, três padres e 60 negros, dos quais 41 escravos do comandante.
Mas foi a partir do desenvolvimento das charqueadas - que começa em 1780, com ocupação da área de Pelotas que o tráfico negreiro começa a tomar volume.
Se encontravam concentrados em duas áreas principais. A primeira era ao longo da estrada dos tropeiros, que ligava o extremo sul do Rio Grande ao resto do país, pelo roteiro Rio Grande-Mostardas-Porto Alegre-Gravataí-Santo Antônio da Patrulha-Vacaria, ao longo do qual se localizavam as maiores estâncias.
Turma: 5A

ITALIANOS


Os primeiros italianos chegaram ao RS fugindo da Itália, um dos primeiros núcleos de povoamento italiano no RS foi na região da atual Caxias do Sul. Mais tarde, povoaram Bento Gonçalves, Antônio Prado,Veranópolis, Farroupilha, Guaporé e outras.
O RS era bem diferente quando encontrado pelos alemães de 110 mil habitantes em 1824 havia saltado para 440 mil habitantes dessa população.
Os colonos italianos adotaram inicialmente uma economia voltada para seu próprio sustento (de subsistência). Faziam artesanato
de ótima qualidade e também dedicavam-se à agricultura.
Seu principal produto agrícola era o milho, que servia de alimento tanto para as pessoas quanto para os animais.
Mais tarde introduziram a cultura de uva e a produção de vinho.
Colônias:Guaporé, Veranópolis, Antônio Prado, Flores da Cunha, Bento Gonçalves, Garibaldi, Farroupilha e Caxias do Sul.
Turma: 5D